Você gosta de correr riscos ou valoriza a segurança?
Vejamos três aspectos em que os casais podem diferir.
1-
Suponhamos que um tio rico do qual você não se
lembrava lhe dê duzentos mil reais de presente com uma condição: você deve
investir o dinheiro, em vez de gastar. O que faria? Se escolher abrir uma
poupança ou fazer algum outro investimento de pouca rentabilidade,
provavelmente você é do tipo conservador. Se preferir investir em ações, metais
preciosos ou outros, provavelmente é ousado.
2-
Digamos que um amigo de sua confiança faça a
você uma proposta de investimento. Ele está reunindo várias pessoas para
comprar e reformar um prédio de vinte apartamentos, e o chama para participar.
A entrada é de cinquenta mil reais. O edifício precisa de reparos e tem um
histórico de problemas de ocupação. Entretanto, o lugar é valorizado, portanto
o potencial de crescimento é grande. O que você diria? “Sim, é arriscado, mas
vale a pena. A possibilidade de ganho é maior do que a de perda”; ou: “De jeito
algum. Esse prédio parece ser uma armadilha. Está numa região complicada. Pode
até dar certo, mas também, pode fracassar. Esqueça”.
3-
Você está no mesmo emprego há dez anos, com um
salário certo e com benefícios interessantes. A empresa é estável, e há poucas
chances de você ser dispensado. Entretanto, a verdade é que se sente entediado
e cansado. Um colega de serviço lhe propõe a sociedade em uma empresa própria.
Ele é responsável e confiável, e a oportunidade de tornar-se independente é
muito atraente; sem patrão, relógio de ponto e reuniões intermináveis.
Entretanto, também não haverá um salário definido no final do mês, férias
remuneradas nem plano de aposentadoria. O que você faz? Aceita o risco ou fica
como está?
Obviamente, cada uma dessas situações exigiria mais pesquisa
para se tornar uma decisão sábia, mas qual seria sua primeira reação? O que
escolheria? Suas decisões coincidiriam com as de seu cônjuge?




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